A pessoa por trás da Zayt

Zayt é uma pessoa. Que constrói
como se fosse um time.

Sou Dioni Oliveira, engenheiro de software em Chapecó/SC. São 22 anos em tecnologia construindo e mantendo software que precisa funcionar todo dia.

22+
Anos em
tecnologia
5.000+
Horas de
código
100%
Código coberto
por testes

Como cheguei aqui

Antes de ser empresa,
foi curiosidade.

Comecei na curiosidade — querer entender como os sistemas funcionavam por dentro, sem manual, sem curso, sem ninguém pra explicar. A curiosidade virou paixão por software; a paixão virou estudo autodidata; e o estudo autodidata foi se aprofundando até virar Engenharia de Software na faculdade. Cada etapa puxou a próxima, e o impulso original — entender como as coisas funcionam, e por que algumas duram — continua sendo o mesmo.

São 22 anos em tecnologia, 15 deles em telecom, depois passando por sistemas de gestão, automação industrial e aplicações web. Esse caminho me deu uma perspectiva que código sozinho não dá — ver software por dentro e por fora, da operação até a entrega. E me ensinou a mesma lição por todos os ângulos: software durável não é software intocado; é software bem projetado o suficiente pra receber cuidado, manutenção e crescimento sem precisar ser reescrito do zero. Mudança não é falha de arquitetura — é sinal de que a empresa está viva.

A Zayt nasce desse aprendizado. Não como uma agência cheia de gente. Como uma forma de oferecer, pra empresas pequenas e médias da região, o tipo de cuidado técnico que normalmente só grandes empresas conseguem pagar.

Por que Zayt

Um nome com 4.000 anos

Zayt vem da raiz semítica z-y-t — a forma mais antiga registrada da palavra oliveira. Mais de quatro mil anos de história em três letras.

زَيْت

Árabe

/zayt/ — azeite, óleo de oliva

זַיִת

Hebraico

/záyit/ — oliveira, oliva

zayt

Transliteração

A raiz comum nas duas línguas — e em mais dez outras.

A mesma raiz é falada hoje em árabe, hebraico, persa e mais de dez línguas — por mais de um bilhão de pessoas.

"Oliveira é meu sobrenome. A oliveira mais antiga do mundo tem mais de 2.000 anos — e ainda dá fruto porque nunca parou de se adaptar: brotou raízes novas, foi podada, atravessou seca e safra. É esse tipo de durabilidade que eu busco pro código que escrevo. Não a que congela. A que evolui."

— Dioni Oliveira, fundador

A árvore não está aqui em forma de imagem. Está em forma de método: software projetado pra envelhecer bem porque foi pensado pra mudar. Como a oliveira, dura porque se adapta — e mudança, em vez de ameaça, vira parte natural do projeto desde o primeiro dia.

Como eu trabalho

Quatro princípios, nenhum negociável

01

Solidez

Código testado, documentado, confiável. Não escrevo nada que eu não consiga abrir um ano depois e entender em cinco minutos.

02

Raízes

Stack profunda, sem modismos. Uso Java, Spring e PostgreSQL porque sei o que eles fazem em produção há mais de dez anos. Não troco de ferramenta pra parecer moderno.

03

Longevidade

Arquitetura pensada pra absorver mudança por 5+ anos sem reescrita do zero. Software bom evolui — não congela.

04

Transparência

Você sabe o que está sendo feito, por quê, e o que falta. Sem jargão, sem reuniões fantasma, sem surpresa no orçamento.

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